Anabel Gutiérrez

Anabel Gutiérrez (1932)

A veterana atriz Anabel Gutiérrez

Personagem:
Dona Espotaverderona (em Chômpiras)

Data de nacimento: 19 de setembro de 1932

Signo: Virgem

Local de nascimento: México D.F.

Dubladora (Versão Brasileira):
Alna Ferreira > BKS/Parisi – CNT (Gazeta); Gota Mágica – SBT
Rosa Maria Baroli > Studio Gabia – DVDs Amazonas Filmes

Anabel Gutiérrez e Chespirito se conheceram nos anos 60, na TV TIM. Ela já era atriz há bastante tempo. Tinha apenas 16 anos quando começou no cinema, em “El diablo no es tan diablo”, a convite do diretor Julián Soler, que a descobriu no teatro.

Em 1954, Anabel atuou junto com Cantinflas no filme “Caballero a la medida”. Um ano depois, ela participou de “Escuela de vagabundos”, contracenando com Ramón Valdés. A partir daí, foi convidada por Tintán Valdés para “Las aventuras de Pito Pérez” (1957), como “Chucha”, papel cômico que lhe deu grande destaque. Ramón também participou deste filme. Em 1959, Anabel foi apresentada a Bolaños pelo diretor Agustín Delgado, que filmava “Angelitos del trapecio” (roteiro de Chespirito). Nesta produção, Anabel contracenou com os comediantes Viruta e Capulina.

Anabel interpreta a mãe de Chimoltrúfia,
Dona Espotaverderona

Conta-se que, por ter um temperamento muito forte e por não querer ficar marcada como atriz de comédia, Anabel se afastou dos irmãos Valdés e de Viruta e Capulina; e voltou a fazer apenas filmes dramáticos. Também voltou a atuar no teatro, onde conheceu Raúl Padilla. Em 64, ambos gravaram a série de TV “México 1900″, que fez um grande sucesso. Mas foi em “Cárcel de Mujeres” (1968), outra série de TV, que Anabel ganhou ainda mais fama e reconhecimento. E acabou sendo convidada por Chespirito para gravar quadros de seus programas na TV TIM. Chegou a participar de alguns poucos quadros, mas logo saiu e ficou afastada da TV por um bom tempo.

Durante toda a década de 70, Anabel deve ter se arrependido de ficar de fora de tanto sucesso conquistado por Chespirito na televisão. Mas, nos anos 80, ele a convidou novamente, desta vez para ficar com uma personagem fixa e importantíssima no programa Chespirito: a mãe de Chimoltrúfia, Dona Espotaverderona. A personagem fez tanto sucesso que ela passou a gravar vários quadros do programa Chespirito até o seu fim, em 1995. Mas a parceria com Chespirito continuou e, em 97, ela gravou a telenovela “Alguna vez tendremos alas”, um projeto de Chespirito e Florinda Meza.

Recentemente, Anabel Gutiérrez gravou episódios da famosa série “Mujer, casos de la vida real” (2000-2005).


Anabel contracenando com Chespirito no programa El Ciudadano Gómez (1969).

Trabalhos mais importantes:

Ø “Mujer, casos de la vida real” (10 episódios) TV
Ø  Dulce tentación
Ø Vivir en silencio (2000)
Ø El último danzón (2001)
Ø Hada de cabaret (2002)
Ø  Despojo ( 2002)
Ø Sin respuesta (2002)
Ø Nosotros dos (2002)
Ø Niños qué miran al cielo (2002)
Ø  Recuerdos que atormentan (2003)
Ø Días de suerte (2005)
Ø “Bajo la misma piel” (2003) TV
Ø “Locura de amor” (2000) – Corina TV
Ø Paloma de Marsella, La (1999)
Ø “Alguna vez tendremos alas” (1997) – Bernardita TV
Ø Coyote emplumado, El (1983)
Ø Discoteca es amor (1979)
Ø “Cárcel de mujeres” (1968) TV
Ø “México 1900″ (1964) TV
Ø Resbalosos, Los (1960)
Ø Su primer amor (1960)
Ø Angelitos del trapecio (1959)
Ø Quietos todos (1959)
Ø Música en la noche (1958)
Ø Aventuras de Pito Pérez, Las (1957) – Chucha
Ø Ratón, El (1957)
Ø Llamas contra el viento (1956)
Ø Escuela de vagabundos (1955) – Laura
Ø Visita que no tocó el timbre, La (1954)
Ø Caballero a la medida (1954)
Ø Tres Elenas, Las (1954)
Ø Venganza en el circo (1954) – Estela
Ø Caribeña (1953)
Ø Siete mujeres (1953)
Ø No te ofendas, Beatriz (1953)
Ø Mujeres que trabajan (1953)
Ø Huracán Ramírez (1953)
Ø Ruiseñor del barrio, El (1952) – Filha de Neron
Ø Rostros olvidados (1952) – Julieta
Ø Muchachas de Uniforme (1951)
Ø Deseada (1951)
Ø Azahares para tu boda (1950)
Ø Liga de las muchachas, La (1950)
Ø Diablo no es tan diablo, El (1949)